Você com certeza já escutou esse termo. Muitas pessoas classificam os jornalistas como um Especialista em generalidades. Será que essa está sendo uma boa rotulação para essa profissão?
O mal do século, com certeza é o senso comum mal colocado, conceitos mal elaborados. Uma agulha hipodérmica aplicada erroneamente na veia. Não há nada pior do que unanimidade, pensamentos iguais que não são pensados. Esse conhecimento que é apenas transferido, como uma informação de computador, não se pode chamar de opinião. Conhecimento é aquele que é apreendido e que você tem uma base firme para julgar e raciocinar algo que realmente é seu.
Jornalistas existem às pencas. Existem também aqueles jornalistas especialistas em porcarias, que vivem de chantagens, matérias compradas. Sensacionalismo. Montam um site, colocam um texto, uma foto com alguém com as vísceras de fora e acham que estão oferecendo informação para o seu infeliz leitor. Ou num jornal impresso, guerra de política, onde acha que a maior página de publicidade vai render um melhor lucro. E esses são apenas simples exemplos, das milhares de barbaridades de vemos por ai.
Isso é jornalismo? Pessoas medíocres que querem viver da nossa ignorância?

Existe o Jornalista que não é especialista em tudo, é especialista nisso, naquilo. É aquela pessoa que se especificou em algo e que não aceita ser chamado de expert em tudo. São cientistas, historiadores, críticos jornalísticos que cumprem seu papel na sociedade de passar uma informação concreta, comprovada, com um índice de confiabilidade indiscutível. Pessoas que sabem fazer Jornalismo.

E claro, existem os Jornalistas Especialistas em Generalidades, aqueles que sabem de tudo um pouco, mas não dominam nenhum assunto. E esse é o seu papel. Sabe conversar, externalizar – de preferência de forma subjetiva e imparcial – tudo que acontece e que move o mundo. É aquele que sua rotina é ditada pelo desconhecido, a dinâmica do seu dia é distribuída pela surpresa. E são para esses que eu empresto meu papel e caneta, porque sei que dali sairá algo que terei gosto de ler.
Como já dizia nosso amigo intelectual Karl Kraus sobre o jornalista:
“A imagem de que um jornalista escreve tão bem sobre uma nova ópera como sobre um novo regulamento parlamentar tem algo de acabrunhante. Seguramente, ele também poderia ensinar um bacteriologista, um astrônomo e até mesmo um padre. E se viesse a encontrar um especialista em matemática superior, lhe provaria que se sente em casa numa matemática ainda mais superior.”
Por: bárbara rocha
Jornalistas existem às pencas. Existem também aqueles jornalistas especialistas em porcarias, que vivem de chantagens, matérias compradas. Sensacionalismo. Montam um site, colocam um texto, uma foto com alguém com as vísceras de fora e acham que estão oferecendo informação para o seu infeliz leitor. Ou num jornal impresso, guerra de política, onde acha que a maior página de publicidade vai render um melhor lucro. E esses são apenas simples exemplos, das milhares de barbaridades de vemos por ai.
Isso é jornalismo? Pessoas medíocres que querem viver da nossa ignorância?

Existe o Jornalista que não é especialista em tudo, é especialista nisso, naquilo. É aquela pessoa que se especificou em algo e que não aceita ser chamado de expert em tudo. São cientistas, historiadores, críticos jornalísticos que cumprem seu papel na sociedade de passar uma informação concreta, comprovada, com um índice de confiabilidade indiscutível. Pessoas que sabem fazer Jornalismo.

E claro, existem os Jornalistas Especialistas em Generalidades, aqueles que sabem de tudo um pouco, mas não dominam nenhum assunto. E esse é o seu papel. Sabe conversar, externalizar – de preferência de forma subjetiva e imparcial – tudo que acontece e que move o mundo. É aquele que sua rotina é ditada pelo desconhecido, a dinâmica do seu dia é distribuída pela surpresa. E são para esses que eu empresto meu papel e caneta, porque sei que dali sairá algo que terei gosto de ler.
Como já dizia nosso amigo intelectual Karl Kraus sobre o jornalista:
“A imagem de que um jornalista escreve tão bem sobre uma nova ópera como sobre um novo regulamento parlamentar tem algo de acabrunhante. Seguramente, ele também poderia ensinar um bacteriologista, um astrônomo e até mesmo um padre. E se viesse a encontrar um especialista em matemática superior, lhe provaria que se sente em casa numa matemática ainda mais superior.”
Por: bárbara rocha

Ahh, adorei *-*'
Sério mesmo.
Você escreve maravilhosamente bem e vai longe.. fora que o assunto é o que estamos passando a perceber com tudo na faculdade.
Adorei, parabéns :D
Apesar de eu não entender muito do assunto, você sabe esclarecer bem as coisas e é firme no que pensa.
Parabéns!